Bula do Sandrena

vermelhanovo

Laboratório: ORGANON FARMACEUTICA LTDA.

Classe terapêutica: G2F - HORMÔNIOS SEXUAIS TÓPICOS

Registro ANVISA: 1002902160011

Composição

Informações da bula

Indicações

? SANDRENA® é indicado para: − Terapia de reposição hormonal em caso de sintomas de deficiência do hormônio estrogênio em mulheres na pós- menopausa. − Prevenção da osteoporose em mulheres na pós-menopausa que apresentam risco elevado de futuras fraturas e intolerância ou contraindicação a outros medicamentos utilizados na prevenção da osteoporose. A experiência no tratamento com SANDRENA® em mulheres com mais de 65 anos de idade é limitada. 2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? SANDRENA® alivia os sintomas da menopausa e previne a osteoporose (perda óssea). A deficiência do hormônio estrogênio na menopausa está associada a um aumento no processo de remodelação do osso e diminuição da massa óssea. A terapia de reposição hormonal com estrogênio isolado ou em combinação com progestagênio reduz o risco de fraturas associadas à osteoporose. A terapia de reposição hormonal pode também prevenir fraturas ósseas em mulheres com densidade óssea baixa e/ou osteoporose, mas a evidência sobre esse efeito é limitada. 3.

Contraindicações

ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres com: − Suspeita, histórico ou diagnóstico de câncer de mama; − Suspeita ou diagnóstico de tumores malignos dependentes de estrogênio (por exemplo, câncer de endométrio); − Sangramento genital (vaginal) não diagnosticado; − Aumento da espessura do revestimento interno do útero (hiperplasia endometrial) não tratada; − Presença ativa ou recente de coágulo de sangue (trombose) nas artérias (por exemplo, angina do peito, infarto do miocárdio); − Existência prévia ou atual de coágulo de sangue (trombose) nas veias da perna (trombose venosa profunda) ou dos pulmões (embolia pulmonar); − Distúrbios da coagulação sanguínea conhecidos (por exemplo, deficiência de proteína C, de proteína S ou de antitrombina); − Histórico de doença no fígado ou presença de doença aguda no fígado, enquanto os testes de função hepática (dosagem no sangue de enzimas do fígado) não retornarem ao normal; − Alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ou a quaisquer dos excipientes listados no item “COMPOSIÇÃO”; − Porfiria (uma doença do sangue). Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas. SANDRENA® não deve ser usado durante a gravidez. Se você engravidar durante o tratamento, o uso do medicamento deverá ser interrompido imediatamente. Consulte o seu médico ou peça orientação ao farmacêutico antes de usar qualquer medicamento. Este medicamento é contraindicado para uso durante a lactação. SANDRENA® não deve ser usado durante a lactação. Informe ao seu médico se você estiver amamentando. 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? SANDRENA® não deve ser usado como método anticoncepcional. A terapia de reposição hormonal deve ser iniciada apenas para o tratamento dos sintomas da pós-menopausa que prejudicam a qualidade de vida. Em todos os casos, uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios deve ser realizada pelo menos anualmente, e a terapia de reposição hormonal deve ser continuada somente enquanto o seu benefício superar o risco. Exames médicos e de acompanhamento Antes de iniciar ou reiniciar a terapia de reposição hormonal, o seu médico deverá fazer perguntas sobre a sua história médica e a de seus familiares, e realizar exames médicos, incluindo de mamas e órgãos genitais internos. Um exame ginecológico completo deve ser realizado e repetido pelo menos uma vez ao ano durante o tratamento. O seu médico deve orientar-lhe sobre quais alterações nas suas mamas você deve relatar a ele ou ao enfermeiro. Solicitações de exames como mamografia, por exemplo, devem ser realizadas de acordo com as práticas de triagem vigentes e adequadas às necessidades clínicas de cada paciente. Você deverá ser cuidadosamente supervisionada caso tenha ou já tenha tido alguma das seguintes condições, ou se alguma delas tiver piorado durante a gravidez ou com o tratamento hormonal anterior: – História de tumor dependente de hormônio, tal como câncer de mama em parente próxima, de 1° grau; – Mioma, endometriose ou hiperplasia endometrial; – Trombose; – Pressão alta; – Diabetes; – Doenças do fígado (como tumor benigno no fígado); – Pedras na vesícula; – Otosclerose (surdez hereditária); – Enxaqueca ou dor de cabeça intensa; – Lúpus eritematoso sistêmico; – Asma; – Epilepsia; – Angioedema (hereditário e adquirido). Motivos para suspender imediatamente o uso de SANDRENA®: O tratamento deve ser descontinuado no caso de uma contraindicação ser descoberta e nas seguintes situações: − Icterícia (pele amarelada) ou piora na função hepática; − Aumento significativo da pressão arterial; − Novo episódio de cefaleia (dor de cabeça) do tipo enxaqueca; − Gravidez. Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois pode ser excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê. Efeitos sobre o seu risco de desenvolver câncer Hiperplasia endometrial e carcinoma (tumor maligno) Se você não se submeteu a cirurgia de retirada do útero o risco de hiperplasia endometrial e carcinoma é aumentado quando estrogênios isolados são administrados por um período prolongado. Após a interrupção do tratamento, esse risco pode permanecer elevado por pelo menos 10 anos. A adição de um hormônio progestagênio cíclico, por pelo menos 12 dias por mês em um ciclo de 28 dias, ou o tratamento usando estrogênio com progestagênio contínuo em mulheres que não se submeteram a cirurgia de 2 retirada do útero previne o risco associado com a terapia de reposição hormonal com estrogênio isolado. Durante os primeiros meses de tratamento podem ocorrer sangramentos vaginais imprevisíveis ou de pequeno volume. Caso o sangramento tenha começado algum tempo após o início do tratamento ou caso ele se mantenha mesmo após a suspensão do medicamento, informe seu médico. A adição de progestagênio à terapia de reposição com estrogênio também deve ser considerada em mulheres que tiveram o útero retirado devido à endometriose, particularmente se tiverem endometriose residual. Câncer de mama A terapia de reposição hormonal com estrogênio e progestagênio, e possivelmente também a com estrogênio apenas, durante vários anos, aumenta o risco de câncer de mama. Após a interrupção do tratamento, o risco excessivo diminuirá com o tempo e o tempo necessário para retornar ao risco normal depende da duração do uso anterior da terapia de reposição hormonal. Quando a terapia de reposição hormonal foi administrada por mais de 5 anos, o risco pode persistir por 10 anos ou mais. Alterações das mamas devem ser relatadas ao médico, e exames médicos, incluindo a mamografia, devem ser realizados conforme a necessidade clínica de cada paciente. Câncer de ovário O câncer de ovário é muito mais raro que o câncer de mama. A terapia de reposição hormonal apenas com estrogênio por tempo prolongado (no mínimo 5 a 10 anos) tem sido associada com um risco levemente aumentado de câncer de ovário. Alguns estudos sugerem que a terapia prolongada de reposição hormonal com estrogênio e progestagênio combinados pode ocasionar um risco similar ao das mulheres que não tomam os hormônios ou levemente menor. Efeitos sobre o coração e a circulação Coágulos A terapia de reposição hormonal está associada a aumento do risco de desenvolvimento de coágulos (também chamados de trombose venosa profunda ou de embolia pulmonar, se ocorrerem nos pulmões). A ocorrência de coágulos é mais provável no primeiro ano de terapia de reposição hormonal. Alguns estudos demonstraram um aumento de 2 a 3 vezes no risco de desenvolver tromboembolia venosa em mulheres sob terapia de reposição hormonal em comparação com as que não estão sob tratamento. Você está mais propensa a apresentar um coágulo: - Se tiver tido um coágulo; - Se tiver distúrbio de coagulação sanguínea; - Se usar estrogênios; - Se tiver idade avançada; - Se tiver sido submetida a uma grande cirurgia; - Se for obesa (IMC > 30 kg/m2); - Se estiver em período de gravidez ou pós-parto; - Se tiver lúpus eritematoso sistêmico; - Se tiver câncer; - Se qualquer pessoa de sua família teve coágulos; - Se teve um ou mais abortos espontâneos; - Se não estiver se locomovendo por tempo prolongado devido à cirurgia, traumatismo ou doença; O seu médico deverá considerar cuidadosamente se os benefícios superam os riscos, especialmente nos seguintes casos: - Se você faz tratamento crônico com anticoagulantes; - Se algum parente seu de primeiro grau tiver histórico de trombose em idade jovem. Se alguma dessas condições se aplicar ao seu caso, consulte imediatamente o seu médico para verificar se você deve iniciar ou continuar com a terapia de reposição hormonal. A observação de mulheres na faixa de idade entre 50 e 59 anos que não receberam terapia de reposição hormonal, durante um período de 5 anos, mostra que 3 em 1.000 poderão apresentar coágulos. Para mulheres nessa faixa de idade que receberam terapia de reposição hormonal, a proporção aumenta de 2 para 6 (melhor estimativa = 4) em 1.000. A observação de mulheres na faixa de idade entre 60 e 69 anos que não receberam terapia de reposição hormonal, durante um período de 5 anos, mostra que 8 em 1.000 poderão apresentar coágulos. Para mulheres nessa faixa de idade que receberam terapia de reposição hormonal, a proporção aumenta de 5 para 15 (melhor estimativa = 9) em 1.000. A incidência de coágulos é mais provável durante o primeiro ano de terapia de reposição hormonal. Se houver 3 desenvolvimento de coágulos após o início do tratamento, o uso de SANDRENA® deverá ser descontinuado. Se você apresentar sintomas que possam indicar que você tenha desenvolvido coágulos (tais como inchaço doloroso nas pernas, dor súbita no peito e dificuldade para respirar) contate o seu médico imediatamente. Informe ao seu médico caso você venha a ser submetida a uma cirurgia. Você poderá precisar interromper a terapia de reposição hormonal cerca de 4 a 6 semanas antes da cirurgia para reduzir o risco de desenvolver coágulos. O seu médico a orientará sobre quando você pode reiniciar o tratamento. Doença arterial coronariana (DAC) Em estudos, não houve evidência de proteção contra infarto do miocárdio em mulheres, com ou sem a existência de DAC, que receberam estrogênio e progestagênio combinados ou terapia de reposição hormonal de estrogênio isolado. O risco relativo de DAC durante o uso de terapia de reposição hormonal com estrogênio e progestagênio combinados é levemente aumentado. Não foi detectado nos estudos aumento do risco de DAC em mulheres histerectomizadas (que se submeteram à retirada do útero) em uso de terapia com estrogênio isolado. Acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico Um grande estudo clínico indica que o risco de AVC isquêmico aumenta em mulheres saudáveis durante o tratamento contínuo combinado de estrogênios conjugados com AMP. A observação de mulheres na faixa de idade entre 50

Interações medicamentosas

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Interações medicamentosas — Disponível no plano Starter

Posologia

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Posologia — Disponível no plano Starter

Reações adversas

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Reações adversas — Disponível no plano Starter

Perguntas frequentes

Respostas geradas a partir da bula oficial ANVISA, estruturada pela API PharmaDB. Estes dados estão disponíveis via REST em JSON pra integração em sistemas clínicos, healthtechs e farmácias digitais. Ver documentação da API →

⚠️ Esta informação não substitui consulta médica ou farmacêutica. Para uso clínico em sistemas, a recomendação final sempre cabe ao profissional de saúde.

Para que serve o Sandrena?

Conforme a bula oficial ANVISA, Sandrena é indicado para: ? SANDRENA® é indicado para: − Terapia de reposição hormonal em caso de sintomas de deficiência do hormônio estrogênio em mulheres na pós- menopausa. − Prevenção da osteoporose em mulheres na pós-menopausa que apresentam risco elevado de futuras fraturas e intolerância ou contraindicação a outros medicamentos utilizados na prevenção da osteoporose. A experiência no tratamento com SANDRENA® em mulheres com mais de 65 anos de idade é limitada. 2.

fonte: bula ANVISA · Indicações

Qual a composição do Sandrena?

Sandrena contém os seguintes princípios ativos (DCB - Denominação Comum Brasileira): Estradiol 1 G. Dados extraídos do registro ANVISA via API PharmaDB.

fonte: registro ANVISA · Composição (DCB)

Qual a dosagem usual de Sandrena?

Conforme bula ANVISA — posologia oficial: Disponível no plano Starter A dosagem deve sempre ser definida por médico ou farmacêutico considerando o caso clínico específico.

fonte: bula ANVISA · Posologia

Quais as contraindicações do Sandrena?

Conforme bula ANVISA: ESTE MEDICAMENTO? Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres com: − Suspeita, histórico ou diagnóstico de câncer de mama; − Suspeita ou diagnóstico de tumores malignos dependentes de estrogênio (por exemplo, câncer de endométrio); − Sangramento genital (vaginal) não diagnosticado; − Aumento da espessura do revestimento interno do útero (hiperplasia endometrial) não tratada; − Presença ativa ou recente de coágulo de sangue (trombose) nas artérias (por exemplo, angina do peito, infart...

fonte: bula ANVISA · Contraindicações

Quais interações medicamentosas o Sandrena pode ter?

Conforme bula ANVISA — interações documentadas: Disponível no plano Starter PharmaDB oferece API REST com 192 mil interações medicamentosas estruturadas por gravidade e mecanismo (mais detalhes em pharmadb.com.br/documentacao).

fonte: bula ANVISA · Interações Medicamentosas

Precisa integrar estes dados em sua aplicação?
API REST com Sandrena e mais 27 mil produtos ANVISA + 8.700 bulas estruturadas + 192 mil interações.

Testar 7 dias grátis

Apresentações

0,1 PCC GEL CT 28 SACH X 0,5 G

EAN: 7897337716703

0,1 PCC GEL CT 28 SACH X 1,0 G

EAN: 7897337716680

Acesse a bula completa do Sandrena via API

Mecanismo, manejo clínico, referências científicas e mais. Teste 7 dias grátis.